HitLeap

Buy Website Traffic

sábado, 10 de agosto de 2019

O INFERNO FOI CRIADO OU JÁ EXITIA

agosto 10, 2019 0

A doutrina do inferno como a doutrina da imortalidade, entre outras, foi uma das formas usadas por seita religiosas para introduzir a dominação intelectual e física na idade média e com isso manter a escravidão e a fidelidade dos fiéis, com finalidades de obter vantagens financeiras e politicas, com promessas de amenizar os sofrimentos tanto dos vivos como dos mortos e assim salvá-los da condenação do "inferno" e consequentemente obtendo o perdão total dos pecados. As referências ao inferno não são coerentes ou precisas entre si quanto ao seu teor doutrinário, pois os sentidos aplicados nas Escrituras possuem variados sentidos, tanto na forma literal e simbólica, assim como no sentido espiritual. Vemos que tais referências devem ser estudadas em separado por causa das variadas aplicações nos textos bíblicos, onde fazem pontuações divergentes e com isso uma simbologia doutrinária marcante. 



Simbologia  ou Metáfora.
A metáfora é uma figura de linguagem que indica duas características semânticas comuns entre dois conceitos ou ideias. são estratégias que o autor usa ou pode aplicar ao texto para conseguir um determinado efeito na interpretação do ouvinte ou leitor. Nessa síntese, os termos são usados em seu contexto para transmitir de forma Simbólica o verdadeiro significado. Vejamos a seguir:

As expressões usadas nos textos bíblicos tem levado os leitores bíblicos a variados entendimentos, menos ao real e verdadeiro sentido, que é o espiritual. "Sheol, Hades, Geena, Tartarus".

Sheol.
(Deuteronômio.32.22), tem seu sentido no hebraico conforme o contexto, “morte, sepultura, abismo, ou simplesmente “destino dos mortos” , como no novo mandamento as expressões “Hades, equivale a Sheol, tendo o significado equivalente ao “Mundo dos Mortos” e não ao Inferno como em algumas traduções ( Lucas 16,22-23 -Apocalipse. 20,14). Os ímpios serão lançados no inferno, ( na cova ou sepultura) e todas as nações que se esquecem de Deus. Salmos 9:17. Pois não deixarás a minha alma no inferno, (na cova ou sepultura) nem permitirás que o teu Santo veja corrupção. Salmos 16:10. Jonas faz uma alusão ao inferno "sheol", pois o mesmo estava em aflição de morte e não no inferno propriamente dito:  E disse: Na minha angústia clamei ao Senhor, e ele me respondeu; do ventre do inferno gritei, e tu ouviste a minha voz. Jonas 2:2. Uma boa referencia está neste versículo, pois conforme outras traduções o inferno aqui se refere a sepultura, e outro sentido que podemos aplicar ao termo seria, corrupção ou apodrecimento do corpo. "Nesta previsão, disse da ressurreição de Cristo, que a sua alma não foi deixada no inferno, nem a sua carne viu a corrupção". Atos. 2:31. É claro que a expressão se trata de Sepultura e a corrupção do corpo refere-se ao apodrecimento.  sabe-se que o corpo entra em estado de putrefacção ou apodrecimento no quarto dia e neste caso de Cristo foi apenas três dias. Uma comparação está no caso de Lázaro, veja;" Disse Jesus: Tirai a pedra. Marta, irmã do defunto, disse-lhe: Senhor, já cheira mal, porque é já de quatro dias. João 11:39"

“Geena ou lago de fogo”

O próprio Jesus utilizou essas expressões  referindo-se ao inferno (Mateus. 5.30, Apocalipse. 20,15). O importante é observar a espiritualidade nos textos, pois, Jesus em seus discursos, utiliza de parábolas para ilustrar uma verdade espiritual oculta aos olhos humanos. ( Mateus. 13. 34-35 e Lucas. 12,5). as expressões; Sheol ou Hades, aplicadas em seu contexto, não se refere ao inferno como lugar de castigo e sofrimento eterno, mas as expressões como Geena ou “lago de fogo”, estas sim, tem um sentido de lugar de punição. Muitas contradições ou tradições populares rezam que Satanás reina e tem o domínio do inferno com seus demônios, mas tais referências não tem respaldo na bíblia, nem que o inferno é no centro da terra e aquele que morrer sem cristo vai para o inferno. (Ap. 19.20, Apocalipse.20.10, 14-15).

Tartarus (grego).
II Pedro 2:4 – Tartarus (grego). ”Ora, se Deus não poupou anjos quando pecaram, antes, precipitando-os no inferno, os entregou a abismos de trevas, reservando-os para juízo;” "Precipitanndo-os ou lançados no inferno num abismo de trevas, os quais aguardam a sentença". Entende-se que os mesmo já foram condenados, mas ainda não estão no inferno para cumprir a punição, ambos estão aguardando o “Juízo”, vemos também que tais anjos não estão em tormento e não é mencionado algum castigo, a não ser a prisão dos mesmos.

Algumas das traduções mais fiéis aos originais do hebraico e grego, preferem a transliteração destas palavras por expressarem melhor os seus significados. Onde tais palavras como o scheol e hades foram empregadas como sepultura e não faz nenhuma referencia a sofrimento ou a castigo eterno. Na verdade existe uma grande contradição pregada nas atuais instituições religiosas quanto a tais doutrinas, como por exemplo; Se o cristão morrer e for para o céu, não seria necessário Jesus voltar para busca-los e se o ímpio também for para o inferno quando morrer, não haveria necessidade de um juízo final. ”E, assim como aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo, depois disto, o juízo.” (Hebreus 9:27).

O inferno existia ou foi criado?

Não...O inferno não foi criado e nem existia, ele é a consequência do pecado, isto é, o lado sem Deus, das trevas espirituais, da morte espiritual. E assim vemos uma ilustração do rico e do pobre, onde havia "Um Abismo" entre àqueles que serão salvos e os que serão condenados" ou os que ficaram de fora. "Mas, ficarão de fora os cães e os feiticeiros, e os que se prostituem, e os homicidas, e os idólatras, e qualquer que ama e comete a mentira". Apocalipse 22:15. No inferno não tem maior ou menor, não tem príncipe e nem rei, nem rico ou pobre, todos serão tratados de forma igual, inclusive satanás e seus anjos. (Apocalipse 20.12-13).

Enquanto a Vida (O Espirito de Deus) estiver na terra e no universo, satanás continuará com suas atividades destrutivas, pois ele depende dessa presença para co-existir, porque Deus neste universo e na terra produz a vida e a luz para existência de todos os seres viventes, inclusive de satanás. Somente após o Juízo final, que satanás, seus demônios e aqueles que não conseguiram alcançar a graça de Deus, é que irão conhecer o verdadeiro inferno, que é a ausência total de Deus na vida dos homens e dos anjos maus neste universo.

O que a bíblia diz sobre o inferno?
Que os mortos ressuscitarão para serem julgados e condenados (Ap 20.12-13). Corpo e alma serão lançadas no inferno (Mt 13.42). Mas não faz referência em que fase tais acontecimentos ocorrerão. As palavras que Jesus utilizou para ilustrar esse lugar foram: fogo, trevas, choro, vermes e ranger de dentes etc. (Mt 8.11-12, 13.49-50, 18.8-9, 22.13, 25.30, Mc 9.43-44, Lc 13.28). “E não temais os que matam o corpo, e não podem matar a alma; temei antes aquele que pode fazer perecer (destruir) no inferno tanto a alma como o corpo.” Mt 10.28.

“Eles sofrerão a pena de destruição eterna, a separação da presença do Senhor e da majestade do seu poder.” 2Ts 1.9.

Essa separação é  a na verdade a “Segunda Morte”, que acontece três vezes em Apocalipse (Ap 2.11, Ap 21.8, Ap 20.14), também se refere a aniquilação do homem no lago de fogo, porém, a palavra “morte” no Novo Testamento é frequentemente usada para se referir ao estado do homem em relação a separação de Deus e não à morte literal. (Lc 15.24, Ef 2.1, Cl 2.13).O termo “segunda morte” também aparecem como “para todo sempre” e “dia e noite” (Ap 20.10,14), que indica a separação definitiva da humanidade pecadora de Deus. Podemos afirmar com toda certeza que o inferno é como um peixe fora d'agua. assim será a humanidade e satanás sem Deus.  

A parábola onde o autor faz uma referència mais convincentes na bíblia de que o inferno é real.

E no inferno, ergueu os olhos, estando em tormentos, e viu ao longe Abraão, e Lázaro no seu seio.
Lucas 16:23. Deus em sua essência se revela como “O tudo em todos e por todos”, "Um só Deus e pai de todos, o qual é sobre todos, por todos e em todos". Efésios 4.6. “O princípio e o fim”, Eu sou o Alfa e o Ômega, o princípio e o fim, o primeiro e o derradeiro.Apocalipse 22:13.

Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá; João 11:25. Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim. João 14:6 “A luz”, Falou-lhes, pois, Jesus outra vez, dizendo: Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida. João 8:12 . “O pão da Vida”. Eu sou o pão da vida. João 6.48. Pois tudo o que acontece e ocorre no universo, acontece e ocorre pelos critérios Divinos. O Maior atributo de Deus é a Vida e o Amor. É nesse sentido que se pode definir o que é vida e o que é morte ou inferno. Jesus em Mateus 4, fala para Lúcifer que ele não tinha nada D’ele. Mas a presença de Deus no Universo proporciona a vida a todos os seres viventes, quer homens, animais, inclusive a presença de Lúcifer, que só vai ser julgado no Final “Trono Branco”

Em outras palavras o Inferno não é nada mais do que a ausência total de Deus...Isso sim, é o verdadeiro inferno. É como um peixe fora d'agua. É assim que a bíblia define: Mas, ficarão de fora os cães e os feiticeiros, e os que se prostituem, e os homicidas, e os idólatras, e qualquer que ama e comete a mentira Apocalipse 22:15

E a morte e o inferno foram lançados no lago de fogo. Esta é a segunda morte. (Inferno ou separação definitiva de Deus). Apocalipse 20:14. Lançai, pois, o servo inútil nas trevas exteriores; ali haverá pranto e ranger de dentes. Mateus 25:30.

Pois tudo o que acontece e ocorre no universo, acontece e ocorre pelos critérios Divinos. O Maior atributo de Deus é a Vida e o Amor. È nesse sentido que se pode definir o que é vida e o que é morte ou inferno. "Deus é a vida e a morte ou o inferno é a ausência total de Deus".

O apostolo Paulo nos dá um entendimento sobre um mistério ou algo que vemos mas não entendemos: como visões, revelações e ate os textos das escrituras: Porque agora vemos por espelho em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei como também sou conhecido. 1 Coríntios 13:12. Ver por espelho é um tipo de metáfora de um enígma ou segredo ainda não revelado em sua totalidade

Abrirei a minha boca numa parábola; falarei ou contarei enigmas da antiguidade. Salmos 78:2.

As evidências de um mistério, de um simbolismo e segredos espirituais são explícitos onde tais segredos espirituais não estão ao alcance da mente humana. "Onde o seu bicho não morre, e o fogo nunca se apaga". Marcos 9:44.

Cordas do Inferno.
Cordas do inferno me cingiram; encontraram-me laços de morte.2 Samuel 22:6, cordas como um laço, no sentido de amarrar. Tristezas do inferno me cingiram, laços de morte me surpreenderam. Salmos 18:5. Tristeza no sentido de sofrimento. "Cordéis da morte me cercaram, e angústias do inferno se apoderaram de mim; encontrei aperto e tristeza". Salmos 116:3. Aqui mais uma vez a expressão Inferno apontando para um morte física. “Sepultura”. E aconteceu que o mendigo morreu, e foi levado pelos anjos para o seio de Abraão; e morreu também o rico, e foi sepultado. E no inferno, ergueu os olhos, estando em tormentos, e viu ao longe Abraão, e Lázaro no seu seio. Lucas 16:22,23

Pr. Adilau

IGREJA EVANGÉLICA ASSEMBLEIA UNIVERSAL

Referências.

Fonte Pesquisadas: https://www.significados.com.br/metafora-e-metonimia/
Fontes Pesquisadas: CHAN, Francis e SPRINKLE, Preston. Erasing Hell: What God Said About Eternity, and the Things We’ve Made Up. David C. Cook; 1st edition, 2011.
Fontes Pesquisadas: GONZALEZ, Lourenço. Assim diz o Senhor. ADOS, Rio de Janeiro, RJ, 2010.
Fontes Pesquisadas: APOLINÁRIO, Pedro. Explicação de textos difíceis. EUA, Santo Amaro, SP, 1990).

domingo, 16 de setembro de 2018

O NINHO DE SATANÁS E A CORRUPÇÃO.

setembro 16, 2018 0

Política, Pastores.Política.reis.sacerdotes.farisues.saduceus.falsas religiões

Quanto à tua terribilidade, enganou-te a arrogância do teu coração, tu que habitas nas cavernas das rochas, que ocupas as alturas dos outeiros; ainda que eleves o teu ninho como a águia, de lá te derrubarei, diz o Senhor. Jeremias 49:16. Estamos vivendo nos últimos dias os quais  serão decisivos para  o estabelecimento do reino de Deus, isto é, sua conclusão e término do plano de salvação implantado por Jesus, nesse período a turbulência política tem envolvido a igreja de forma contundente a qual está sendo enganada pelas falsas promessas de justiça e paz e tais promessas tem corrompido o sagrado e assim contaminado a verdadeira identidade do cristianismo, suas doutrinas e princípios. “Pois que, quando disserem: Há paz e segurança, então lhes sobrevirá repentina destruição, como as dores de parto àquela que está grávida, e de modo nenhum escaparão”. 1Tessalonicenses 5:3.  Jesus deixou bem claro que a igreja não poderia se envolver com as artimanhas dos Sacerdotes, Saduceus e dos Fariseus, pois tais seitas dominavam o poder político. E assim usaram de tais poderes para influenciar o povo com seus falsos conceitos e falsas doutrinas para reverter o movimento do cristianismo, colocando o povo contra Jesus o qual identificou-se com o povo e suas carências e necessidades de justiça e paz social. Ao proclamar Jesus o novo Rei, os Sacerdotes, Fariseus e Saduceus ficaram enfurecidos e assim conseguiram reverter o movimento do cristianismo colocando o povo contra Jesus que agora passou a clamar por sua crucificação e pela soltura de um assassino o "Barrabás".
Uma verdadeira crise se estabeleceu no cristianismo primitivo e a igreja passou a ser perseguida pelo poder politico, pois entendiam que tal movimento tinha como propósito estabelecer a Jesus Nazareno, o novo Rei. Sendo assim, o mesmo deveria ser eliminado colocando fim ao clamor do povo. Os judeus que viviam em regime de escravidão por tais governantes, viram em Jesus essa oportunidade e nova opção de uma vida livre da opressão e dos desmandos de tais governantes corruptos e sanguinários. “Sabendo, pois, Jesus que haviam de vir arrebatá-lo, para o fazerem rei, tornou a retirar-se, ele só, para o monte”, João 6:15. Respondeu Jesus: O meu reino não é deste mundo; se o meu reino fosse deste mundo, pelejariam os meus servos, para que eu não fosse entregue aos judeus; mas agora o meu reino não é daqui. João 18:36. Portanto existe uma enorme contradição quando tais Pastores entram na política dizendo que a igreja precisa de Senadores, Deputados para defenderem a igreja: Se vós fôsseis do mundo, o mundo amaria o que era seu, mas porque não sois do mundo, antes eu vos escolhi do mundo, por isso é que o mundo vos odeia. João 15:19

farisaísmo, Saduceus, hipocrisia religiosa, fariseus, seita, a politicaA visão popular era uma só, pois Jesus representava a tão sonhada justiça e paz, além da liberdade e melhorias em suas vidas e nessa oportunidade, resolveram proclamar a Jesus como o novo Rei. Movimento esse que foi logo interceptado pela classe que dominava a politica na era cristã e que perdura em nosso meio até os dias de hoje. Mas como compreender ou fazer referencias a tais poderes políticos e compará-los com a política e poderes atuais.

Reis: Era o líder,  pessoa que ocupava uma falsa liderança outorgada simbolicamente pelos poderes dominantes, Sacerdotes, Fariseus e Saduceus.  Sacerdotes: eram o poder dominante e mais próximo do Rei: Eram os religiosos que manipulavam as leis para influenciar o povo, essas leis eram baseadas no A. Testamento “Alcorão”, como por exemplo, o dia de Sábado. Fariseus: eram uma seita de fanáticos e opositores do cristianismo, a hipocrisia era um fator determinante em suas crenças, são considerados os fundadores do Judaísmo rabínico. Eram uma seita que em conjunto com os Saduceus, eram responsáveis pela manipulação das leis, das Heresias, tradições e dos costumes.  Saduceus: Eram uma seita de religiosos que segundo Flávio Josefo, os mesmos pertenciam a um alto escalão social e de grande poder econômico, e tinham variadas funções políticas, sociais, e religiosas, os quais eram inimigos dos Fariseus,  que manipulavam a religião com falsas crenças e falsos ensinamentos e conceitos. Tanto os Saduceus como os Fariseus, eram os responsáveis em manipular o povo com falsas ideias e conceitos. Eram seitas divergentes e contraditórias. “Então os saduceus, que dizem que não há ressurreição, aproximaram-se dele, e perguntaram-lhe, dizendo: Marcos 12:18. E Jesus disse-lhes: Adverti, e acautelai-vos do fermento dos fariseus e saduceus. Mateus 16:6. E, chegando-se os fariseus e os saduceus, para o tentarem, pediram-lhe que lhes mostrasse algum sinal do céu. Mateus 16:1

O que vemos aqui não é mera coincidência, ou melhor os três poderes políticos que governam operando no mundo tanto dentro como fora da igreja. Jesus ao se ver pressionado pelo povo os quais queria fazer dele um rei, o mesmo correu e se afastou do povo, provando assim que a “Voz do Povo” não é a Voz de Deus. Esses poderes são os responsáveis pelas decisões dos reis, em outras palavras, eles ditam as regras e o rei assina em baixo.  Em todo processo cristão, não vemos em momento algum os discípulos fazerem referência a ocupação de cargos políticos e nem desejos de alcançarem tais objetivos, pois Jesus deixou bem claro que “ Meu Reino não é deste mundo”, inclusive acrescenta que àqueles que o aceitam e o confessa como Senhor e Salvador, também não é deste mundo, dando a entender que o cristão não pode se envolver com problemas políticos deste mundo e sim com o Reino  de Deus. O Apostolo Paulo faz uma referência a política e uma explicação aos cristãos que estavam sendo corrompidos. “Todas as coisas são puras para os puros, mas nada é puro para os contaminados e infiéis; antes o seu entendimento e consciência estão contaminados”. Tito 1:15.

Daniel e José.
politica,josé e a politica,imparcialidade, corrupçao,mercenários da féA ideia do cristão ser político, mas tem que ser imparcial e não se envolver na corrupção, isto é conversa e atitude diabólica, pois ao citar José do Egito, e Daniel na Babilônia, os mesmos não interpretam a espiritualidade dos textos bíblicos e a interferência de Deus na vida e na história. Pois Deus usa a pessoa na situação e na posição que ele se encontra, desde que esteja em obediência.  Os Judeus estavam em regime de escravidão e castigados por Deus por desobediência,  mas esse castigo tinha um período a ser cumprido, ou 499 anos judaicos, então Daniel ao analisar o A.T, viu em suas contas que esse período já tinha passado, e assim entrou com um propósito com Deus e nesse propósito sua oração foi ouvida e Deus providenciou a libertação do povo. Vê-se claramente que não tinha profeta e ninguém de fé e coragem para clamar a Deus, pois o povo não queria ser liberto e sim viver na escravidão, como nos dias atuais. Daniel era escravo, assim como José e não políticos por opção, eles não se candidataram ao governo ou a algum cargo político, e sim em obediência a Deus, e isso foi a causa de Deus interferir na história do homem e não o homem na história de Deus. “E Daniel propôs no seu coração não se contaminar com a porção das iguarias do rei, nem com o vinho que ele bebia; portanto pediu ao chefe dos eunucos que lhe permitisse não se contaminar”. Daniel 1:8. “Lembra-te deles, Deus meu, pois contaminaram o sacerdócio, como também a aliança do sacerdócio e dos levitas”. Neemias 13:29. “Porque tanto o profeta como o sacerdote, estão contaminados; até na minha casa achei a sua maldade, diz o Senhor. Jeremias 23:11.  Na verdade, a terra está contaminada por causa dos seus moradores; porquanto têm transgredido as leis, mudado os estatutos, e quebrado a aliança eterna. Isaías 24:5.Usando os mesmos princípios de Jesus, o apostolo ordena que Timóteo fuja das tentações das riquezas mundanas, “Mas tu, ó homem de Deus, foge destas coisas, e segue a justiça, a piedade, a fé, o amor, a paciência, a mansidão”. 1 Timóteo 6:11.

Argumentos teológicos modernos relacionam os acontecimentos do antigo com o novo testamento afim de manipular as mentes e assim alcançar seus corruptos propósitos, como por exemplo: José do A. T. foi político e governador. Outra argumentação Teológica de que Jose e Daniel foram escolhidos por Deus para ocuparem cargos políticos é falso,  sendo que não foi as atitudes e sim as circunstâncias que levaram os mesmos a ocupar tais cargos e privilégios, pois Deus é quem muda a situação de nossas vidas dentro do cativeiro e isso não depende do homem sim do agir de Deus.

Desmitificando as falsas interpretações:

o sal,o sal da terra,a luz do mundo,falsas interpretações
Muitos alegam que o cristão é a luz do mundo e o sal da terra e que sua luz deve resplandecer diante dos homens. O “Ser Sal”. Refere-se a importância do Cristão no Mundo, pois assim como o "Sal" é um mineral de equilíbrio na terra, o cristão também  é o ponto de equilíbrio na terra para o reino de Deus, ou a causa da terra ou dos homens não serem destruídos. "As misericórdias do Senhor são a causa de não sermos consumidos, porque as suas misericórdias não têm fim". Lamentações 3:22. E Ser “Luz” refere-se à posição do cristão no mundo, “Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis; porque, que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas? 2 Coríntios 6:14. Então respondo, por que Jesus não aceitou ser o Rei, pois sendo Deus, tudo certamente mudaria de rumo, “então Jesus respondeu ao povo; Meu Reino não é deste mundo” e disse também em João; "Não são do mundo, como eu do mundo não sou". João 17:16
O que muitos cristão não entendem é que estamos entre dois reinado, um de Cristo que vai ser arrebatado e o outro de satanás que já está condenado ao fogo do inferno e a destruição, inclusive a terra e todo universo que envolve o nosso sistema solar; "Mas o dia do Senhor virá como o ladrão de noite; no qual os céus passarão com grande estrondo, e os elementos, ardendo, se desfarão, e a terra, e as obras que nela há, se queimarão". 2 Pedro 3:10.

A Permissão Divina.
A permissão de Deus e sua vontade não pode ser questionada, pois as nossas atitudes também define nossos rumos, mas Deus vê o que o homem não pode ver, como o apostolo Paulo que era um agente político e matador de cristãos, o mesmo tinha um potencial que só Deus viu e assim mudou os rumos da vida do mesmo. O que devemos entender é que a escolha de ser um político em um ninho de satanás é nossa e não de Deus, assim como a escolha pelo pecado. A Escolha ou o livre arbítrio é do homem, “Eis que hoje eu ponho diante de vós a bênção e a maldição. Deuteronômio 11:26, isto é uma escolha nossa e não de Deus. Isto é, ao escolher o lado errado e da maldição o homem causará terríveis problemas ao povo, mas Deus como em todos os tempos sempre irá interferir nessas decisões e mudar a história tanto do homem como do povo. 

Moisés e Josué são grandes exemplos de liderança.
Moises intercede junto a Deus pelo povo, Deus perdoa, mas faz uma advertência para que o povo não se misture com as nações idolatras e nem façam alianças e não comam de seus manjares nem desfrute de seus prazeres ou riquezas. “Guarda o que eu te ordeno hoje; eis que eu lançarei fora diante de ti os amorreus, e os cananeus, e os heteus, e os perizeus, e os heveus e os jebuseus.  Êxodo 34: 11.

A Liderança.
O grande erro está nas escolhas, pois no decorrer da história bíblica, a liderança e os propósitos divinos estão relacionados a seu reino e não ao reino mundano. Esta separação é fato consumado e não pode ser confundido ou questionado afim de favorecer a ou b em seus projetos de ambições por poderes políticos. Os céus e a terra tomo hoje por testemunhas contra vós, de que te tenho proposto a vida e a morte, a bênção e a maldição; escolhe, pois, a vida, para que vivas, tu e a tua descendência, Deuteronômio 30:19. O Apostolo Paulo dá uma resposta para aqueles Pregadores, Pastores que na verdade não querem ser perseguidos e querem prestígios na vida pública. “E a todos os que piamente querem viver em Cristo Jesus padecerão perseguições”.  2 Timóteo 3:12.

Divisão Partidária na Igreja de Corinto

política na igreja de corinto, partidarismo cristão, a igreja e a políticaCarta que descreve uma metodologia muito praticada em nossos dias. "Para que a vossa fé não se apoiasse em sabedoria dos homens, mas no poder de Deus".1 Coríntios 2:5. Paulo se identifica como "chamado por Deus" e não por homem algum ou pelo clamor das multidões. Paulo em suas palavras já antecipa seu relatório referente aos acontecimentos tanto no presente como no futuro e ao mesmo tempo identifica uma  agitação naquela comunidade de irmãos ou crentes "Santificados" dos demais causadores de divisões, a clareza dos propósitos é declarada pelo apostolo no, " ver. 5, "Porque em tudo foste enriquecidos nele" isto é, em Cristo; Então se vê ao longo da carta que havia divergência, v.10, havia contendas ver.11, partidarismo ver. 12, havia exaltação ver. 13, havia loucura ver. 18, havia idolatria, uns por milagres e outros por sabedoria, havia escândalos, havia os idealistas pelo seu próprio "Eu", havia carnalidade, havia ostentação de poder e de classe social, pobres e ricos. O “Corpo de Cristo”, é um só, "por acaso está cristo dividido"

O partidarismo adentrou-se na igreja de corinto por meio de pessoas movidas por interesse obscuros e interesseiros, os quais infiltraram-se na igreja afim de provocar divisões com seus ideais divergentes e desproporcional a unidade do Corpo de Cristo. Pois o "Ser" de Paulo, "Ser" de Pedro, "Ser" de Apollo, "Ser" de Cristo, descreve uma severa oposição dentro de uma mesma unidade da igreja, o “Corpo de Cristo”, não se tratando de partidos teológicos ou uma teologia diferente, e sim de ambições carnais, "Eu sou de" termo este inconsistente e não há respaldo bíblico referente ao ser humano e suas divisões partidárias dentro da igreja. a expressão usada por Paulo "irmãos" não quer dizer que os mesmos eram salvos, mas, sim que estavam na condição de crentes, os quais o Apostolo entendia como pessoas que pertenciam ao mesmo movimento do cristianismo. Pode-se ver também que essa comunidade cristã estava sendo iludida por falsas promessas que emergiam de dentro da própria comunidade cristã o que foi veemente reprovada pelo Apostolo.

Do Grego "Politéia" termo que demonstra uma coletividade, (Cidade-Estado), onde o sujeito pode expressar-se diferentemente sem conflitos ou caos social, outros pensadores apontam para "Aristóteles" em suas obras literárias que e um relacionamento entre o poder e as autoridades, e que a mesma surgiu afim de estabilizar e evitar o caos social, poder esse exercido pelo estado o qual tem o direito de coerção ou o uso da força física para garantir a ordem e a paz social. Já o escritor Maquiavel, afirma que a politica é movida pela conquista e pela manutenção do poder e que segundo ele, "Os fins justificam os meios" isto é, com finalidades de garantir a soberania e o bem estar-social e o estado pode usar a força física de forma legítima.


Pr. Adilau 
Igreja Evangélica Assembléia Universal

REFERÊNCIAS.

fontes Pesquisadas:  https://www.bibliaonline.com.br/
Fontes Pesquisadas :http://bibliaportugues.com/
Fontes Pesquisadas: https://pt.wikipedia.org/wiki/Fariseus
Fontes Pesquisadas: https://pt.wikipedia.org/wiki/Saduceus
Fontes Pesquisadas: https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/politica/

sexta-feira, 28 de julho de 2017

COMO SERÁ A SALVAÇÃO PELA GRAÇA?

julho 28, 2017 0

Como será a Salvação pela Graça?
A Salvação consiste no ato imediato da aceitação ou mediante a prática cotidiana da fé e das obras durante a vida cristã?  “Eleitos segundo a presciência de Deus Pai, em santificação do Espírito, para a obediência e aspersão do sangue de Jesus Cristo: Graça e paz vos sejam multiplicadas.” (1 Pedro 1:2).

Este assunto ainda traz dúvidas a muitos leitores da bíblia e dos adeptos de várias religiões, esta pesquisa tem como propósito minimizar tal problemática, onde muitos entendem que é um ato imediato, outros um processo a ser cumprido. Como imediatismo alguns mencionam o ladrão na cruz, “E disse-lhe Jesus: Em verdade te digo que hoje estarás comigo no Paraíso. Lucas 23:43; Outros citam que será  um processo, onde essa ‘Graça” terá seu cumprimento total no dia do Juízo, pois afirmam que o amor de Deus será a Justiça a ser aplicada. Por ser um processo, afirmam que a Graça Salvadora, não admite imitações, teatrismos, mercenários, pois ser um simples religioso não é garantia de salvação.

Outra argumentação teológica baseia-se na salvação futurística por meio de atos e ações os quais serão alvo de “Galardão”. “Eis que o Senhor DEUS virá com poder e seu braço dominará por ele; eis que o seu galardão está com ele, e o seu salário diante da sua face”. Isaías 40:10. “Folgai nesse dia, exultai; porque eis que é grande o vosso galardão no céu, pois assim faziam os seus pais aos profetas. Lucas 6:23”. “Exultai e alegrai-vos, porque é grande o vosso galardão nos céus; porque assim perseguiram os profetas que foram antes de vós. Mateus 5:12” Ao depararmos com os versículos acima entendemos que haverá um dia de premiação ou “Galardão”, podendo ser para aqueles que serão arrebatados e para aqueles que passarem pelo juízo final ou o grande trono branco.

“Olhai por vós mesmos, para que não percamos o que temos ganho, antes recebamos o inteiro galardão. 2 João 1:8” “Ora, o que planta e o que rega são um; mas cada um receberá o seu galardão segundo o seu trabalho”. 1 Coríntios 3:8.” “Sabendo que recebereis do Senhor o galardão da herança, porque a Cristo, o Senhor, servis”. Colossenses 3:24. E assim podemos concluir que a Salvação pela Graça é um ato exclusivo de Deus é podendo ocorrer no ato da aceitação, tanto durante sua vida ou antes da morte, como também no dia do Juízo final.
 Existem correntes teológicas argumentando que uma vez salvo o indivíduo está salvo para sempre, dando a entender que a pessoa está selada aconteça o que acontecer e mesmo assim sua salvação já está garantida e que a Salvação é um ato imediato, o que dizer então das doutrinas do arrebatamento, do milênismo, do pré-milênismo e do juízo final, onde haverá novas oportunidades de salvação.

Como Será a Salvação pela Graça?Entende-se também que tal processo de salvação pela graça compreende-se nos atos e atitudes cotidianas com renúncia pelo pecado (carregar a cada dia sua cruz.... E dizia a todos: Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, e tome cada dia a sua cruz, e siga-me. Lucas 9:23).
Podemos até fazer uma observação pois o ato de carregar a cruz é um sacrifício a ser cumprido, uma obrigação da parte de cada um para se obter a salvação, não pela lei pois pela lei nenhuma carne será justificada, “Por isso nenhuma carne será justificada diante dele pelas obras da lei, porque pela lei vem o conhecimento do pecado. Romanos 3:20,   e sim pela Graça, “Sabendo que o homem não é justificado pelas obras da lei, mas pela fé em Jesus Cristo, temos também crido em Jesus Cristo, para sermos justificados pela fé em Cristo, e não pelas obras da lei; porquanto pelas obras da lei nenhuma carne será justificada. Gálatas 2:16.

Outra argumentação do Catolicismo Romano, é que a Salvação é um processo que acompanha a vida do cristão, esta “Graça” opera na renúncia e que a cada renúncia cotidiana, a pessoa vai ganhando os créditos para ser salvo. “Mas ajuntai tesouros no céu, onde nem a traça nem a ferrugem consomem, e onde os ladrões não minam nem roubam. Mateus 6:20. E para um bom interprete podemos analisar os textos onde jesus faz o cego enxergar, o paralítico andar, ensina o perdão e a importância do indivíduo estar integrado a vida social e religiosa. Pois assim como a salvação é também a santificação que é um processo a ser alcançado no dia a dia. 
O apostolo Paulo faz uma declaração futurística; “Mas cremos que seremos salvos pela graça do Senhor Jesus Cristo, como eles também”. Atos 15:11.
O escritor em Lucas nos dá um entendimento que esta "Graça” é uma forma de agradar a Deus em nossos atos e atitudes cotidiana e na luta contra o pecado.” E crescia Jesus em sabedoria, e em estatura, e em graça para com Deus e os homens”. “E o menino crescia, e se fortalecia em espírito, cheio de sabedoria; e a graça de Deus estava sobre ele”. Lucas 2:40 - 52
A graça consiste no mesmo processo idêntico ao da lei, que, como “aio”, tutor, nos conduzirá a Salvação.
Primeiramente a salvação consiste em aceitar pela fé a Jesus como Senhor e Salvador e segundo a fé, chegamos a Deus que nos aceitará ou nos julgará segundo sua graça. “Cheguemos, pois, com confiança ao trono da graça, para que possamos alcançar misericórdia e achar graça, a fim de sermos ajudados em tempo oportuno”. Hebreus 4:16. “Antes crescei na graça e conhecimento de nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo. A ele seja dada a glória, assim agora, como no dia da eternidade. Amém. 2 Pedro 3:18. (crescer agradando a Deus). ( durante seus dias na terra).
Eis que agora o teu servo tem achado graça aos teus olhos, e engrandeceste a tua misericórdia que a mim me fizeste, para guardar a minha alma em vida; mas eu não posso escapar no monte, para que porventura não me apanhe este mal, e eu morra. Gênesis 19:19. “Achado graça, isto é, agradado a Deus”


Pr. Adilau
Igreja Evangélica Assembléia Universal

Referências:

Fontes Pesquisadas: https://www.bibliaonline.com.br/
Fontes Pesquisadas: http://bibliaportugues.com/
Fontes Pesquisadas: www.google.com.br

quarta-feira, 5 de abril de 2017

A FELICIDADE

abril 05, 2017 0
A Felicidade
Não existe uma argumentação plausível para definir ou fundamentar o termo “Felicidade”, mas, um esforço por parte dos saberes filosóficos em criar tal fundamentação, onde estudos apontam para uma satisfação plena em todos os sentidos e sem o envolvimento de qualquer tipo de sofrimento. A felicidade está ligada aos sentidos e aos sentimentos e ao estilo de vida como por exemplo: a situação financeira, a saúde, o status social, a política, a preferência religiosa etc. Nesse sentido entende-se uma dependência total dos esforços físicos e intelectuais como meios para se alcançar a felicidade, que está fixada numa esfera dos sonhos e desejos de forma individual. Sigmund Freud entende que essa busca é uma utopia e que para se alcançar não depende do mundo real, uma vez que o fracasso estará sempre presente e assim a “Felicidade” está no plano dos desejos e sonhos como uma meta a ser alcançada, sendo um estado passageiro como um sentimento de satisfação momentânea. A felicidade está restrita ás sensações, portanto não é eterna, é um estado de êxtase, um momento daqueles que alcançamos nossas metas ou atingimos certos objetivos.

A felicidade como um dos fragmentos fisiológicos relacionados ao indivíduo, é complexa, pois depende de outros fatores, tanto físico como espiritual para ser alcançada, não podendo ser medida ou redimensionada, além de ser relacionada a sorte ou a um tipo de fatalidade. Em certo período na Grécia o filósofo Demócrito de Abdera, (460 a.C a 370 a.C), entendeu que a felicidade era simplesmente uma medida para se “alcançar o prazer e a proporção da vida”, e assim o homem deveria abandonar a ilusão e seus desejos de serenidade.

A FelicidadeSócrates (469 a.C/399 a.C), introduziu novas diretrizes a esta compreensão, comparando com a
satisfação dos desejos e das necessidades fisiológicas e só podendo ser atingida para o bem da alma humana por meio da virtudes e justiça, pois para o mesmo sofrer a injustiça era melhor do que praticá-la e assim foi condenado à morte dando sentido a felicidade de uma injustiça praticada pelos seus adversários. Platão (427 a.C/347 a.C), comparou a felicidade como um meio funcional de modo que só se alcança a felicidade por meio da virtude e da “justiça” aplicada.

Aristóteles (384 a.C./322 a.C), fez uma observação ao idealismo de Platão, declarando que a felicidade necessita de elementos básicos, como, boa saúde, liberdade em vez de escravidão, e ótimas condições financeiras. Aristóteles conclui que a maior das virtudes do ser humano é a sua racionalidade e o exercício intelectual, que segundo ele é uma identificação filosófica o qual aproxima o ser humano de Deus, assim o mesmo considera a virtude como a única forma de alcançar a felicidade e que precisa ser exercitada constantemente e assim a igreja cristã copiou tais princípios em seus ritos doutrinários.

Epícuro acreditava que a felicidade não se limitava ao mundo espiritual, mas também ás dimensões terrenas por meio do equilíbrio e da temperança onde suas abordagens refletiram uma de suas grandes máximas: “Nada é suficiente para quem o suficiente é pouco”, e que não devemos trabalhar para adquirir bens materiais, mas por amor pelo que fazemos.

Nietzsche afirmou que para se viver pacificamente e sem nenhuma preocupação era um desejo de pessoas medíocres e que não valorizavam a vida, pois estar bem conforme as circunstâncias ou ter uma boa sorte não é ter felicidade. Nietzsche, considera a felicidade uma simples força vital e uma luta incansável contra os obstáculos que são responsáveis em restringir a liberdade e a autoafirmação.
A escola Helênica desenvolveu teorias divergentes, concluindo que para ser feliz, o homem não pode ser autossuficiente, mas deve desenvolver uma atitude de indiferença e ser imparcial em relação a tudo e a todos, para eles a felicidade era uma “Apatia”. Com o fim do helenismo a felicidade desapareceu dos guetos filosóficos, que para o cristianismo a felicidade era o resultado da salvação da alma.

A felicidadeNovos argumentos surgiram na idade moderna por John Locke (1632/1704), e Leibniz (1646/1716),
os quais afirmaram que a felicidade é um “prazer duradouro”, tempos depois o Iluminista Immanuel Kant (1724/1804) em sua obra “Crítica da razão prática”, definiu a felicidade como “a condição do ser racional no mundo, para quem, ao longo da vida tudo acontece de acordo com o seu desejo e vontade”. Conforme Kant, a felicidade está no âmbito do prazer e do desejo do ser humano e não tem nada a ver com a Ética, tal argumentação fez com que esse tema sobre a felicidade desaparecesse das escolas filosóficas. Para Bertrand Russel (1872/1970), em sua obra literária “A conquista da felicidade” era uma multiplicidade de interesses relacionais e a eliminação do egocentrismo.

A felicidade também é considerada como um estado permanente e plena em sua satisfação tanto física como intelectual, onde o sofrimento e a inquietude são transformados em emoções e sentimentos cheios de contentamento e intenso jubilo, resultando daí um bem estar espiritual e paz interior que de acordo com suas abordagens levaria o homem a um estilo de felicidade plena.

Bibliografia

Fonte Pesquisada: Abbagnano, Nicola - "Dicionário de Filosofia", Martis Fontes, São Paulo, 2000.
Fonte Pesquisada: Berti, Enrico - "No princípio era a maravilha", Loyola, São Paulo, 2010.
Fonte Pesquisada: Marías, Julián - "A felicidade humana", Duas Cidades, São Paulo, 1989
Fonte Pesquisada: www.google.com.br

segunda-feira, 13 de março de 2017

A INVERSÃO DE VALORES E O JULGO DESIGUAL

março 13, 2017 0
A Inversão de Valores

A Bíblia nos alerta sobre o casamento fora dos padrões e parâmetros doutrinários estabelecidos na lei de Deus. O julgo desigual é a existência de diferentes personalidades, essas diferenças vão surtir efeitos somente com o passar dos tempos e serão fundamentais, tanto no controle como desiquilíbrio dessa convivência e os conflitos por tais divergências serão notórias no dia a dia, gerando um certo desiquilíbrio. As afinidades relacionais serão determinantes nessa convivência. Pois somente com os mesmos objetivos, propósitos e sonhos em comum é que o casal terá melhores perspectivas.  Pois o êxito depende em muito das afinidades.

Não se pode confiar nos artigos fantasiosos descritos na mídia e nas pregações institucionais carregadas pelo emocional de um pregador que ainda não percorreu todos os caminhos de um relacionamento e julga o seu como imperfeito. As divergências serão inevitáveis, porém controláveis, pois não há e nunca existiu um casamento perfeito descrito nas Escrituras, e quem pregar tal perfeição é um hipócrita. A mídia expões receitas prontas com promessas de casamento perfeito e sem conflitos e isso também é hipocrisia. Na bíblia está escrito: “No mundo tereis aflições”. Tenho-vos dito isto, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo. João 16:33.

O julgo desigual tem seu registro na bíblia e cita vários casais, os quais tiveram suas divergências, como; Abraão e Sara, Isaque e Rebeca, Gênesis 25.21), Davi e Bateseba (Salmos 32.3). Não há como escapar das consequências, pois as divergências de personalidade não estão ligadas a religião ou a status político ou social, pois todos são alvos desse mal que tanto circuncida os lares como os indivíduos, esse desvio de personalidade está presente de forma oculta ou espontânea, não é uma escolha, mas parte intrínseca do ser humano.

Leis são criadas periodicamente para controlar o comportamento humano, mas, sem sucesso.  “E o irmão entregará à morte o irmão, e o pai o filho; e os filhos se levantarão contra os pais, e os matarão”. Mateus 10:21. As leis criadas para intermediar esse conflito, na verdade estimulam a violência ao sacrificar os menos favorecidos ou condenar o sujeito sem provas suficientes e ao mesmo tempo beneficiando os ricos e demais detentores dos poderes políticos e jurídicos.

 Os conflitos e a decadência moral na sociedade e nos laços familiares, não tem solução no imaginário do sujeito, trata-se de um sonho inquestionável.
Até um certo tempo eu perguntava a mim mesmo o porquê de muitos homens e mulheres ficarem sozinhos e rejeitarem um novo compromisso ou relacionamento. Hoje compreendo que o causador deste estranhamento social é causado pela natureza humana, que direciona o comportamento e as atitudes pessoais criando falsas expectativas e uma falsa liberdade de expressão. Conforme Hall, o sujeito experiente possui uma identidade única e estável, mas, vem se fragmentando e se contrariando em sua vida numa sociedade tão controvérsia. (Hall 2004 pag.92). Ao se contrariar o sujeito atribui seu desvio de comportamento à sociedade e não a sua personalidade. Mesmo em um relacionamento existe a possibilidade de acertos, como exemplo um quebra cabeça onde as peças são diferentes, mas se encaixam perfeitamente para se completar. Costa, afirma que a comunicação é expressiva e pragmática em suas dimensões na experiência humana e a que mesma não pode ser construída por meio de atos discursivos e sim por meio de atitudes e ações que transforma o comportamento e a visão de mundo. (Costa, 2004. Pag. 92).
Um desvio de comportamento registrado em uma relação, encontramos em gênesis, quando Abraão expulsou uma de suas escravas após ter engravidado a mesma. “E Agar deu à luz um filho a Abrão; e Abrão chamou o nome do seu filho que Agar tivera, Ismael”. Gênesis 16:15. As consequências causadas por este acontecimento, tem percorrido os séculos até nossos dias. “E ele será homem feroz, e a sua mão será contra todos, e a mão de todos contra ele; e habitará diante da face de todos os seus irmãos”.

O casamento é um desafio, onde os opostos que se atraem, desconhecem o caminho a percorrer e as decisões a serem tomadas, e nesse contexto, a maturidade só vai surgir muito anos depois em busca de um equilíbrio relacional de suas falhas e tentativas de um diálogo, os quais estão mais conscientes das atitudes e das ações praticadas, que após certo tempo percorrido é que certas formalidades vão obter seus devidos valores, onde o respeito e os esforços serão levados em consideração afim de uma estabilidade relacional, sendo valorizado assim o companheirismo e a fidelidade.

Ao criar fachadas textuais com fórmulas prontas e mágicas de um casamento feliz, tais escritores ocultam a realidade e o contexto, afim de iludir os indivíduos, esses mercenários ou abutres que vivem da desgraça alheia, vivem de aparências e projetam modelos perfeitos em um mundo imperfeito. Pois todo relacionamento tem um ponto de partida é nesse ponto que as qualidades são testadas, esse período é um teste ou uma adaptação, mas aos poucos e no decorrer dos dias é que o conhecimento vai se ampliando e as divergências se manifestando. O caminho é espinhoso, dúvidas são geradas os preconceitos aparecem, o desvio de conduta será testado a toda prova, a descrença e a insegurança vai corromper os pilares relacionais, abalando a personalidade e jogando por terra todos os projetos e aquela empolgação de uma felicidade permanente e duradoura, a mudança de comportamento é gradual, mas crescente até atingir o ápice e um radicalismo imparcial e inaceitável.

Portanto não há casamento perfeito e se existiu algum, só podemos citar a união de Adão e Eva antes do pecado, pois antes do pecado os mesmos eram perfeitos.

Conclusão.

Os valores éticos e morais antes tidos como absolutos, imutáveis e insubstituíveis, sofreu com o surgimento da modernidade uma decadência sem precedentes, alcançando um padrão de nulidade do referencial desta moralidade, sendo desconsiderados como normas a serem observadas, sendo substituídos pela liberalidade do racionalismo do sujeito. “Ai dos que ao mal chamam bem, e ao bem mal; que fazem das trevas luz, e da luz trevas; e fazem do amargo doce, e do doce amargo!  Ai dos que são sábios a seus próprios olhos, e prudentes diante de si mesmos! ” Isaías 5:20,21. Estamos diante de um colapso moral.

Observa-se que as normas variam de cultura para outra cultura e até de pessoas para pessoas, ou melhor uma independência da moral e da ética na sociedade do sujeito, em outras palavras a liberdade total das expressões.  Essa multiplicidade de regras é conflitantes e contraditórias e as normas ultrajadas pelo racional pervertido do indivíduo, as virtudes cristãs são desprezadas, não há fundamentos a serem observados nem regras a serem cumpridas, tudo é legal, nada é imoral. A existência do relativismo circunstancial depende de uma visão com novas perspectiva e livres dos preconceitos preestabelecidos como universais pois não são tidos como absolutos.

"De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto."
                                                                                                                  "Rui Barbosa"

 A teoria é complexa e seus métodos críticos, onde suas abordagens são sistematizadas no intuito de buscar a compreensão da realidade do sujeito em seu tão fragmentado saber e seus equívocos pedagógicos, surgindo daí uma disjunção cognoscitiva e fragmentada na geração desse saber. O indivíduo busca fundamentar a subjetividade moral no plano mundano, entendido como um organismo complexo do racional com princípios de exclusão e inclusão, sendo o primeiro antagônico e responsável pela identidade do mesmo, já o segundo, entende-se como egocentrismo ou um egoísmo com atitudes e ações eticamente condenáveis, tais indivíduos oscilam entre o caráter vital egocêntrico com uma prática altruísta. O escritor Morin, afirma que o ato ético parte de uma ordem superior á realidade objetiva, tendo como sentido um ato de religação do sujeito com a sociedade em si, afim de revitalizar e regenerar as relações. De acordo com Morin a auto ética inicia-se com o ser humano na pré-história do espirito, e entendida como ascendência religiosa, onde uma barbárie interior e própria do sujeito exige um esforço para ser vencida por meio do auto reconhecimento, evitando assim as estratégias do espirito humano em justificar seus atos questionáveis e compreender as razões subjetivas e a complexidade de tais conflitos, tornando assim possível o perdão como um poder ou força redentora e regeneradora do sujeito. O escritor Morin, defende a “dialógica” como os impulsos, valores e posturas concernentes a consciência do sujeito.


Pr Adilau
IGREJA EVANGÉLICA ASSEMBLEIA UNIVERSAL

Referências:

- Fonte Pesquisada:
 https://pt.wikiquote.org/wiki/Ruy_Barbosa.
- "Requerimento de informações sobre o caso do Satélite". Discurso no Senado (17/12/1914), Obras completas, Vol. 41, citado em "Sobre cultura e mídia" - página 99, Por Roberto Murcia Moura, publicado por Irmãos Vitale, 2001, ISBN 8574071552, 9788574071558, 204 páginas.
- Fonte Pesquisada: Morin E. O Método 6: ética. Porto Alegre: Sulina, 2005. 222 p.
- Fonte Pesquisada:
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-81232008000200031.
- Fonte Pesquisada: COSTA, José Wilson da, OLIVEIRA, Mª Auxiliadora Monteiro. (Orgs). Novas linguagens e novas tecnologias: educação e sociabilidade. Petrópolis: Vozes, 2004.
- Fonte Pesquisada: HALL, Stuart. A identidade Cultural na Pós-modernidade. Rio de Janeiro: DP&A, 2003.
- Fonte pesquisada:https://www.bibliaonline.com.br/
- Fonte pesquisada: http://bibliaportugues.com

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

O PRIMEIRO DEMÔNIO A SER CITADO NA BÍBLIA.

fevereiro 20, 2017 0
Vemos em Gênesis 1.10, o escritor fazer duas simbólicas referencias uma sobre a oferta de Abel e outra de Caim. A oferta de Abel foi aceita por Deus porque simbolizava no futuro o sacrificio de Jesus e o qual requeria cuidado e zelo e amor para com as ovelhas e a oferta de Caim nao, vemos que Deus não fez acepção ou ficou indiferente a sua oferta pois a mesma não produzia esforços humanos ou amor pois os frutos já eram abundantes na terra que produzia sem esforços humanos. genesis 4.12, maior obra arquitetônica de todos os tempos além de ser exclusiva, em primeiro lugar, a criação do universo, da terra, do sol, da lua, e em segundo lugar, a criação do homem, o escritor não cita todos os detalhes dessa criação, mas vemos claramente a operação do poder de Deus, da sua soberania, da sua gloria, da sua sabedoria e milhares de outros atributos e adjetivos que a mente humana é incapaz de atribuir ao criador de todas as coisas. Tudo foi perfeito e aprovado por Deus. “E viu Deus que tudo era bom”.

O primeiro Demônio a ser citado na Bíblia
A desobediência aos princípios divinos provocou uma desordem total nesse demônio o qual desorientado não tem morada certa ou uma ocupação formal em suas atividades, pois o mesmo é causador de sérias tragédias por onde passa, é do tipo “faz de tudo um pouco”. Jesus deixou uma prévia sobre o mesmo em Mateus:E, quando o espírito imundo tem saído do homem, anda por lugares áridos, buscando repouso, e não o encontra”. Mateus 12:43. Mesmo sendo terrível em suas ações esse demônio só pode ser vencido com uma simples atitude de honestidade e de fé em Cristo Jesus.

A Punição de Caim.
“Fugitivo e Vagabundo 1, serás na terra”. Gênesis 4:12, ao avaliar as atribuições desse “Ser” maligno vemos sua estratégia e artimanhas para enganar e matar, esse demônio é manipulador, violento e tem como atributo maior a desobediência e um ódio mortal. “E irou-se Caim fortemente, e descaiu-lhe o semblante”. Gênesis 4.5 . Como parte de sua arrogância e desobediência o mesmo não reconheceu o seu Criador. E disse o Senhor a Caim: Onde está Abel, teu irmão? E ele disse: Não sei; sou eu guardador do meu irmão? Gênesis 4.9. Aqui o Caim simula uma obrigação da parte de Deus e ao mesmo tempo se diz independente em suas atitudes, e assim em um tom sarcástico o mesmo diz: “Eis que hoje me lanças da face da terra, e da tua face me esconderei; e serei fugitivo e vagabundo na terra, e será que todo aquele que me achar, me matará”. Gênesis 4.14, essa simulação é a metodologia desse demônio, que procura se esquivar dos erros cometidos, “Aquele que odeia dissimula com seus lábios, mas no seu íntimo encobre o engano” Provérbios 26.24, pois o mesmo sabe que é impossível se esconder dos olhos de Deus. Para onde me irei do teu espírito, ou para onde fugirei da tua face? Salmos 139:7

Vida de Ociosidade.
Vida de OciosidadeA ociosidade foi vista pelo apóstolo Paulo como algo terrivelmente negativo para a fé cristã e assimAtos 18. 3. “Porque bem vos lembrais, irmãos, do nosso trabalho e fadiga; pois, trabalhando noite e dia, para não sermos pesados a nenhum de vós, vos pregamos o evangelho de Deus”.1 Tessalonicenses 2.9. Jesus deixou também o exemplo do trabalho. Meu Pai trabalha até agora, e eu trabalho também. João 5:17. O apostolo Tito repreende os Cretenses: Os cretenses são sempre mentirosos, bestas ruins, ventres preguiçosos. Tito 1:12.
deu-nos o exemplo do seu trabalho como um fator importante para os crentes. “E, como era do mesmo ofício, ficou com eles, e trabalhava; pois tinham por ofício fazer tendas”


Os Dons Ministeriais.
Foi um dos maiores exemplos deixado para a Igreja pois neles vemos o serviço cristão bem distribuído, assim fica claro na explicação que o apostolo faz do corpo de cristo, todos têm suas funções e cada um desenvolve uma forma para complementar as demais, assim é o corpo de Cristo, todos trabalham com um só coração, com um só objetivo; O Reino de Cristo. “Querendo o aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério, para edificação do corpo de Cristo; Efésios 4:12. Uma das frases ou versículo mais comentado na área ministerial: E: Digno é o obreiro do seu salário. 1 Timóteo 5:18. Em outras palavras. “Cada um se fartará do fruto da sua boca, e da obra das suas mãos o homem receberá a recompensa. Provérbios 12:14.

Obs.: Nota. O artigo acima trata do desvio de conduta e da personalidade humana e não objetiva denegrir a imagem de A ou B.

Referências: (1) - (Etmo. Do latim: vagabundus.a.um)
Vagabundo: de modo figurativo, expressa uma inconstância e vive de modo volúvel, de forma pejorativa, refere-se a uma pessoa de péssima qualidade ou de qualidade inferior o qual é desprovido de honestidade, é malandro, que não tem ocupação formal, um andarilho, ladrão. Obs.: outras referências a parte: Aquele que não tem morada fixa.

Autoria: Pr. Adilau Vieira da Costa

IGREJA EVANGÉLICA ASSEMBLEIA UNIVERSAL

Referências:
Fonte Pesquisada: https://www.google.com.br/webhp?sourceid=chromeinstant&ion=1&espv=2&ie=UTF-8#q=vagabundo+
Fonte pesquisada: https://www.dicio.com.br/vagabundo/.
Fonte pesquisada: https://www.bibliaonline.com.br/acf/busca?q=errante
Fonte pesquisada: https://www.bibliaonline.com.br/acf/busca?q=vagabundo
Fonte pesquisada: http://biblez.com/searchport.php?q=vagabundo&Bible.x=18&Bible.y=23&Bible=Lookup
Fonte pesquisada: https://pt.wikipedia.org/wiki/Vagabundagem

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

O DÍZIMO DA LEI E O “DÍZIMO DA GRAÇA"

janeiro 31, 2017 0

o dízimo da lei e o dízimo da graça
O Dízimo entrou em questão nesses últimos dias, tornando-se um desafeto entre as instituições religiosas as  quais dizem serem defensoras e detentoras da verdadeira doutrina do cristianismo. As quais direcionam os textos bíblicos segundo suas ideologias, afim de favorecer os hereges os quais movidos pela ganância financeira e por um egocentrismo, tais mercenários ocultam o verdadeiro sentido da Palavra de Deus. "Porque do céu se manifesta a ira de Deus sobre toda a impiedade e injustiça dos homens, que detêm a verdade em injustiça”. “Pois mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador, que é bendito eternamente. Amém. Romanos 1.18-25.

“Então disse: Eis aqui venho, para fazer, ó Deus, a tua vontade. Tira o primeiro, para estabelecer o segundo”. Hebreus. 10.9.

Uma breve análise do Novo Testamento, não vemos referência ao "Dízimo" como meio de contribuição para igreja, mas, muitas instituições religiosas ainda insistem em manter tal costume como doutrina a ser cumprida, e assim são contrários às ofertas e às contribuições como único meio de manutenção da obra de Deus. Tais instituições, sufocam os fiéis com mentiras, falsas promessas de prosperidade, usando até de ameaças bíblicas que fala de ameaça àqueles que não cumprirem com tal compromisso, "Mal 3.10". O que se vê na verdade são construções luxuosas, templos gigantescos os quais são formas das instituições demonstrar seu poder religioso diante da sociedade. Instituições religiosa onde a verdade é relativa e com tendências a política do mundo e sua modernidade pecaminosa e promiscua, são como nuvens levados pelo vento; "Como nuvens e ventos que não trazem chuva, assim é o homem que se gaba falsamente das dádivas”. Provérbios. 25.14. Ser Cristão é ser um Missionário, Jesus ao dar ordem a seus discípulos disse: "Digno é o obreiro do seu salário", pois os discípulos iam para uma terra desconhecida e seriam estrangeiros em terras alheias (Mateus 10.9,10,11). “As raposas têm covis, as aves os seus ninhos, mas o filho do homem não tem onde reclinar a cabeça”. Lucas 9.58. Mas tempos depois Jesus torna a enviar seus discípulos e dá uma outra ordem: "Mas agora, aquele que tiver bolsa, tome-a como também o alforje e o que não tiver espada, venda sua capa e compre-a". Lucas 22.36. Agora Jesus manda os seus discípulos levarem o que tem e que os mesmos estejam preparados por que a luta vem contra a igreja e eles deveriam estar preparados. Aqueles opositores a obra missionária sabem muito bem que não é o "Dizimo" pois o mesmo é apenas uma força de expressão usada nos dias atuais, mas usados pelo inimigo para impedir a obra missionária de Jesus na terra. "E qualquer que tiver dado só que seja um copo de água fria a um destes pequenos, em nome de discípulo, em verdade vos digo que de modo algum perderá o seu galardão". Mateus. 10:42.

O Dízimo de Abraão.
O dízimo era uma lei no Antigo Testamento, o mesmo era usado para cumprir um ritual o qual foi realizado nos sacrifícios temporários e cerimoniais, (Levíticos 27.30), e também para alimentar e manter os Levitas em suas missões sacerdotais. Números. 18: 28. Deuteronômio. 14: 28,29. O dízimo que foi chamado e considerado da fé foi dado primeiramente a Abraão sendo, portanto anterior a Lei.  Gênesis 14.18-24. Pois a lei nenhuma coisa aperfeiçoou e desta sorte é introduzida uma melhor esperança, pela qual chegamos a Deus. Hebreus. 7.19.

A cura do leproso.
Jesus Cumpriu a lei: “E disse-lhe: Olha, não fales nada a ninguém; porém vai, mostra-te ao sacerdote, e oferece pela tua purificação o que Moisés determinou, para lhes servir de testemunho”. Mc 1.40.

O propósito do Dízimo no A. Testamento?
“Honra ao Senhor com os teus bens e com as primícias de toda a tua renda; e se encherão fartamente os teus celeiros, e transbordarão de vinho os teus lagares”. Provérbios 3:9,10.
a) Agradecer a Deus por bênçãos recebidas: Deuteronômio 26:10-11;
b) Expressar a nossa adoração a Deus: Deuteronômio 26:10;
c) Valorizar a “casa de Deus”: Neemias 10:39;
d) Recompensar o trabalho dos Sacerdotes: Deuteronômio. 18:4-5;
e) Honrar a Deus: Provérbios 3:9.

Por que o povo “Dizimava”?
a) para receber de Deus prosperidade, fartura...: Provérbios. 3:9-10.
b) para cumprir um “requerimento” de Deus: Ezequiel. 20:40.
c) para abençoar a sua casa, sua família: Ezequiel. 44:30.
d) para santificar todo e seu salário, bens e propriedades: Romanos. 11:16.  “Se as primícias são santas, toda a massa o será”, isto é, se você “santificou”, “separou para Deus” as primícias da sua renda, todo o restante também será santa!

O Dízimo da Lei.
“Bem-aventurado o homem a quem o Senhor não imputa o pecado. Vem, pois, esta bem-aventurança sobre a circuncisão somente, ou também sobre a incircuncisão? Porque dizemos que a fé foi imputada como justiça a Abraão. Como lhe foi, pois, imputada? Estando na circuncisão ou na incircuncisão (1).  Não na circuncisão, mas na incircuncisão. E recebeu o sinal da circuncisão, selo da justiça da fé quando estava na incircuncisão, para que fosse pai de todos os que creem, estando eles também na incircuncisão; a fim de que também a justiça lhes seja imputada” Romanos 4.4-11.
(1) Circuncisão simbolizava à Lei, e a Incircuncisão simbolizava a Fé, isto é, quando Abraão foi Justificado a lei não estava em evidencia, pois, o único que podia Justificar o Homem era Jesus. “Para demonstração da sua justiça neste tempo presente, para que ele seja justo e justificador daquele que tem fé em Jesus. Onde está logo a jactância? É excluída. Por qual lei? Das obras? Não; mas pela lei da fé. Concluímos, pois, que o homem é justificado pela fé sem as obras da lei”. Romanos. 3.26,27,28. Esta outra referência esclarece a primeira, pois destaca Abraão como o pai daqueles que iriam crer em Jesus, como exemplo maior, a nossa referência no passado que apontava para o futuro.

O Dízimo de Abraão.
Porquê este Melquizedeque, que era rei de Salem, Sacerdote do Deus Altíssimo, e que saiu ao encontro de Abraão quando ele regressava da matança dos reis, e o abençoou; A quem também Abraão deu o dízimo de tudo, e primeiramente é, por interpretação, rei de justiça, e depois também rei de Salem, que é rei de paz; Sem pai, sem mãe, sem genealogia, não tendo princípio de dias nem fim de vida, mas sendo feito semelhante ao Filho de Deus, permanece sacerdote para sempre. Considerai, pois, quão grande era este, a quem até o patriarca Abraão deu os dízimos dos despojos. E os que dentre os filhos de Levi recebem o sacerdócio têm ordem, segundo a lei, de tomar o dízimo do povo, isto é, de seus irmãos, ainda que tenham saído dos lombos de Abraão. Mas aquele, cuja genealogia não é contada entre eles, tomou dízimos de Abraão, e abençoou o que tinha as promessas. Ora, sem contradição alguma, o menor é abençoado pelo maior. Hebreus 7.1,2, 3, 4, 5, 6, 7.

O Dízimo de Jacó.
Gênesis 28.20-22 – Jacó fez um voto ao Senhor, prometendo-lhe dar o dízimo de tudo quanto Deus lhe concedesse, se, em sua jornada, fosse por Ele protegido e abençoado. O dízimo de Jacó foi anterior a Lei. Por ser uma pratica mais antiga que a lei, onde a Lei só foi instituída mais ou menos uns 500 anos depois de Abraão. Gênesis 18.20, e não muito tempo depois vê o patriarca Jacó, neto de Abraão, que fugindo da casa de seus pais, temendo a fúria de Esaú seu irmão, votou ao senhor dizendo: “Se Deus for comigo, e me guardar nesta jornada que empreendo, e me der pão para comer e roupa para vestir, de maneira que eu volte em paz para a casa de meu pai, então o Senhor será o meu Deus: e a pedra que erigi por coluna, será a casa de Deus: e de tudo quanto me concederes certamente te darei o dízimo” Gênesis 28.20-22.

O Dízimo instituído pela Lei.
A Devolução do dízimo faz parte do contexto da lei cerimonial do Antigo Testamento e não do Novo Testamento, como muitos afirmam e a sua principal finalidade era suprir a necessidade dos Levitas que não tinham parte nem herança na terra prometida. (Os levitas representam espiritualmente a igreja de Deus na nova dispensação, isto é, dos dias atuais). “Então virá o levita (pois nem parte nem herança têm contigo), e o estrangeiro, e o órfão, e a viúva que estão dentro das tuas portas, e comerão, e fartar-se-ão; para que o Senhor teu Deus te abençoe em toda a obra das tuas mãos que fizeres. Deuteronômio. 14.22-29.  “Todos os requisitos da Lei eram simbólicos e temporários, pois a mesma não tinha condições de salvar ninguém. (Pois a lei nenhuma coisa aperfeiçoou) e desta sorte é introduzida uma melhor esperança, pela qual chegamos a Deus. Hebreus.7.19. "Mas, antes que a fé viesse, estávamos guardados debaixo da lei, e encerrados para aquela fé que se havia de manifestar". "De maneira que a lei nos serviu de aio, para nos conduzir a Cristo, para que pela fé fôssemos justificados". Gálatas 3. 23,24.
“Que é uma alegoria para o tempo presente, em que se oferecem dons e sacrifícios que, quanto à consciência, não podem aperfeiçoar aquele que faz o serviço; consistindo somente em comidas, e bebidas, e várias abluções e justificações da carne, impostas até ao tempo da correção”. Hebreus. 9.9,10. “Como acima diz: Sacrifício e oferta, e holocaustos e oblações pelo pecado não quiseste, nem te agradaram (os quais se oferecem segundo a lei) ”. Hebreus. 10.8.

O Dízimo declarado por Malaquias 3.10.
O Dízimo descrito em Malaquias era praticado quando a lei estava em evidência, isto é, são dízimos cerimoniais, simbólicos, mas eram obrigatórios por determinação da lei e deveriam ser entregues aos Levitas.

A Maldição.
Aqui o profeta exorta o povo israelita de forma dura pois estavam profanando a mesa do Senhor e a comida que estava sobre o altar, além de ofertarem produtos roubados e doentes, os quais não era permitido pela lei, então o profeta os amaldiçoa chamando-os de enganadores. "Maldito seja o enganador que tendo um macho no seu rebanho, promete, mas oferece ao Senhor o que tem mancha" Malaquias 1.14."“Ofereceis sobre o meu altar pão imundo, e dizeis: Em que te havemos profanado? Nisto que dizeis: A mesa do SENHOR é desprezível. Ml.1.7 “Porque, quando ofereceis animal cego para o sacrifício, isso não é mau? E quando ofereceis o coxo ou enfermo, isso não é mau? Ml 1.8. “Vós profanais quando dizeis, a mesa do Senhor é impura, e o seu produto, e a sua comida é desprezível".  “Enviarei a maldição contra vós, e amaldiçoarei as vossas bênçãos; e também já as tenho amaldiçoado, porque não aplicais a isso o coração. Ml 2.2. “Judá tem sido desleal, e abominação se cometeu em Israel e em Jerusalém; porque Judá profanou o santuário do Senhor, o qual ele ama, e se casou com a filha de deus estranho” Ml. 2.1.

As ofertas, as contribuições, na atual dispensação é exclusivamente, "Espiritual", isto é, vem do coração, da consciência e do conhecimento da Palavra de Deus.

A Força de expressão (jargão).
O dízimo na verdade tornou-se uma força de expressão ou um "Jargão", que de longa data veio sendo propagado como doutrina até os dias atuais, com o avanço do saber teológico e dos demais saberes, o mesmo foi objeto de lei para o povo de um certo período remoto e que na atualidade a lei foi depositada em todo seu teor teológico na cruz e com ela todas as suas exigências. "Todos aqueles, pois, que são das obras da lei estão debaixo da maldição" "E é evidente que pela lei ninguém será justificado diante de Deus, porque o justo viverá pela fé" Gálatas 3.10,11.

As contribuições, as ofertas na atual dispensação devem ser dadas com amor e não forçado pelas circunstâncias.

“Cada um contribua segundo propôs no seu coração; não com tristeza, ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria”. II Coríntios. 9,7. "”E era um o coração e a alma da multidão dos que criam, e ninguém dizia que coisa alguma do que possuía era sua própria, mas todas as coisas lhes eram comuns. E os apóstolos davam, com grande poder, testemunho da ressurreição do Senhor Jesus, e em todos eles havia abundante graça. "Não havia, pois, entre eles necessitado algum; porque todos os que possuíam herdades ou casas, vendendo-as, traziam o preço (dinheiro), do que fora vendido, e o depositavam aos pés dos apóstolos”. Atos. 4.32,33. 34,35.

O Sacerdócio Humano.
O Sacerdócio foi instituído por Deus por lei dada a Moisés, sendo um Sacerdócio simbólico e
temporário, até a vinda do verdadeiro Sacerdote o qual seria Eterno, conforme declarado em Gêneses. 14.18-20, sendo Arão o primeiro sumo Sacerdote.

O Sacerdócio do Melquizedeque era figura do Sacerdócio Eterno de Cristo.


Dízimo da lei e o Dízimo da Graça“ORA, em suma do que temos dito é que temos um sumo sacerdote tal, que está assentado nos céus à destra do trono da majestade”. Hebreus. 1.8. “E, na verdade, aqueles foram feitos sacerdotes em grande número, porque pela morte foram impedidos de permanecer. Mas este, (Jesus) porque permanece eternamente, tem um sacerdócio perpétuo”. Hebreus.7.23,24 (o sacerdócio dos homens mortais não permaneceu, pois era simbólico, mas o de Melquizedeque (figura de Jesus) é para sempre. “Porque a lei constituiu sumos sacerdotes a homens fracos, mas a palavra do juramento, que veio depois da lei, constitui ao Filho (Jesus), perfeito para sempre”. Hebreus 7.26. E os que dentre os filhos de Levi recebem o sacerdócio têm ordem, segundo a Lei, de tomar o dízimo do povo, isto é, de seus irmãos, ainda que tenha saído dos lombos de Abraão. Mas aquele (Jesus) cuja genealogia não é contada entre ele, tomou dízimo de Abraão, e abençoou o que tinha as promessas ora sem contradição alguma, o menor é abençoado pela maior.

Obs.: O sacerdócio humano, só foi instituído séculos depois, e Melquizedeque não estava entre aqueles filhos de Levi. O menor é abençoado pelo maior. Como Abraão sendo Pai da fé de todos poderia ser considerado menor diante de alguém? Só haveria alguém que poderia abençoa-lo, Jesus. “E aqui certamente tomam dízimos homens que morrem (sumo sacerdote levíticos) ali, porem aquele de quem se testifica que vive. Aqui se fecha a questão. Somente “UM” que testifica que vive (veja o tempo presente, isso lembra alguma coisa).

Deus anunciou o evangelho primeiramente a Abraão.
“Assim como Abraão creu em Deus, e isso lhe foi imputado como justiça. Sabei, pois, que os que são da fé são filhos de Abraão (não filhos da Lei). "Ora, tendo a Escritura prevista que Deus havia de justificar pela fé os gentios, anunciou primeiro o evangelho a Abraão, dizendo: Todas as nações serão benditas em ti. De sorte que os que são da fé, (não da Lei), são benditos com o crente Abraão”. Gálatas.3.6,7,8,9.

A Lei dos "Dízimos" foi envolvida pela Graça e recebeu um sentido espiritual.
"As coisas Espirituais se discernem Espiritualmente" (1 Cor. 2:14), Devemos levar em conta o texto e o contexto para entendermos e interpretarmos os textos bíblicos, além de reconhecer a Bíblia como Palavra de Deus, depois conhecer algumas regras de interpretação e até regras gramaticais além de uma exegese apurada e sem fundamentalismo, Outro fator importante é que os apóstolos pregavam o evangelho naquele tempo usando os textos do Antigo Testamento, principalmente o apostolo Paulo.  "Ora, o homem natural não compreende as coisas do Espírito de Deus, porque lhe parecem loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente. Mas o que é espiritual discerne bem tudo, e ele de ninguém é discernido". I Coríntios 2.14,15. "Portanto, se trouxeres tua oferta ao altar, e aí te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti". Mateus 5.23.

Questão do Imposto (tributo, contribuição, dízimo).
O Dinheiro como moeda de troca e compra é de circulação bem antigo, “Dize-nos, pois, que te parece? É lícito pagar o tributo a César, ou não. Jesus, porém, conhecendo a sua malícia, disse: Por que me experimentais, hipócritas? Mostrai-me a moeda do tributo. E eles lhe apresentaram um dinheiro. E ele diz-lhes: De quem é esta efígie e esta inscrição? Dizem-lhe eles: De César. Então ele lhes disse: Dai, pois, a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus”. Mateus. 22.17,18,19,20,21.

Portanto negar que não existem argumentos no novo testamento, referente a ofertas, ou às contribuições para a igreja é pura hipocrisia. “E João lhe respondeu, dizendo: Mestre, vimos um que em teu nome expulsava demônios, o qual não nos segue; e nós o proibimos, porque não nos segue. Jesus, porém, disse: Não o proibais; porque ninguém há que faça milagre em meu nome e possa logo falar mal de mim”. Marcos 9.38,39,40.

Palavras de Gamaliel doutor da lei, fariseu, venerado pelo povo.
“E agora digo-vos: Dai de mão a estes homens, e deixai-os, porque, se este conselho ou esta obra é de homens, se desfará, Mas, se é de Deus, não podereis desfaze lá; para que não aconteça serdes também achados combatendo contra Deus. Atos. 5.38,39.

Qual é a diferença entre a lei e a graça.
Muita! … Pois a Graça é muito mais rigorosa, e muito mais exigente. A lei matava fisicamente, enquanto que a Graça mata tanto o corpo físico como a Alma (espirito) e ainda lança o homem no Inferno. “E não temais os que matam o corpo (A Lei) e não podem matar a alma; temei antes aquele que pode fazer perecer no inferno a alma e o corpo”. Mateus 10.28. “E na lei nos mandou Moisés que as tais sejam apedrejadas. Tu, pois, que dizes? ” João. 5.5.

A Oferta da Viúva.
“Porque todos aqueles deitaram para as ofertas de Deus do que lhes sobeja; mas esta, da sua pobreza, deitou todo o sustento que tinha”. Lucas. 21.4

O Cuidado com as Ofertas.
“Não deis aos cães as coisas Santas, nem deiteis aos porcos as vossas Pérolas, não aconteça que as pisem com os pés e, voltando-se, vos despedacem”. Mateus. 7.6. “Portanto, se trouxeres a tua Oferta ao Altar, e aí te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti”. Mateus 5.23.
Dízimo da Lei e o Dízimo da Graça
A Igreja Primitiva nos deixou o maior dos exemplos.

Uma das maiores referências descritas no Novo Testamento encontra-se em Atos dos Apóstolos: “E perseveravam na doutrina dos apóstolos, e na comunhão, e no partir do pão, e nas orações. E em toda a alma havia temor, e muitas maravilhas e sinais se faziam pelos apóstolos. E todos os que criam estavam juntos, e tinham tudo em comum. E vendiam suas propriedades e bens, e repartiam com todos, segundo cada um havia de mister. E, perseverando unânimes todos os dias no templo, e partindo o pão em casa, comiam juntos com alegria e singeleza de coração. Atos 2:42-46.

"Mas um certo homem chamado Ananias, com Safira, sua mulher, vendeu uma propriedade, E reteve parte do preço, sabendo-o também sua mulher; e, levando uma parte, a depositou aos pés dos apóstolos. Disse então Pedro: Ananias, por que encheu Satanás o teu coração, para que mentisses ao Espírito Santo, e retivesses parte do preço da herdade? Guardando-a não ficava para ti? E, vendida, não estava em teu poder? Por que formaste este desígnio em teu coração? Não mentiste aos homens, mas a Deus. E Ananias, ouvindo estas palavras, caiu e expirou. E um grande temor veio sobre todos os que isto ouviram”  Atos 5:1-5.

Devemos ter cuidado com os ensinos que proíbem a doação de ofertas para o serviço cristão, pois a contribuição faz parte do culto de adoração a Deus, é a contrição que envia os missionários para o campo e assim as vidas em outras cidades, no campo e em outros países são alcançadas.

Autoria.

Pr. Adilau
IGREJA EVANGÉLICA ASSEMBLEIA UNIVERSAL

Referências:

Fonte pesquisada: Bíblia Almeida Atualizada e Corrigida. ARC. -
Fonte pesquisada: Bíblia Online. https://www.bibliaonline.com.br/
Fonte pesquisada: https://www.google.com.br/imagens